sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O PASSADO É REALIDADE - AS OLIMPÍADAS EM 2016 !


O FUTURO SERÁ O MESMO DE ONTEM ?

Poderíamos neste exato momento olhar para a Cidade do Rio de Janeiro como bela, hospitaleira e rica em cultura local e um dos melhores pontos turísticos do mundo; e, de fato é tudo isso. Mas, como em outros lugares do planeta terra tem suas deficiências, debates politícos desfavorável a população, tráficos de drogas, tráfico de armas, grande concentração de cidadãos em favelas e a falta de urbanização. Todas estas deficiências estão interligadas. Se os poderes constituídos em nosso país unirem com o propósito único de superarem os desafios acima mencionados, estaremos diante de um futuro maravilhoso, fantástico. Os obstáculos não foram feitos para ser combatidos e enfrentados e sim desviados. Estamos diante de desafios " astrônomicos " e precisa-se urgentemente de promover o agrupamento dos poderes, inclusive a mídia, com transparência, segurança para promover as realizações das obras. Precisamos ser realistas hoje para que possamos adotar um futuro de realizações na Cidade do Cristo Redentor. Porém, como evitar a entrada de armas e drogas na Cidade Olimpíca se elas veem de outros países ? A resposta me pareçe simples, fiscalizar as fronteiras, a união  das forças armadas, Policia Federal, Policia Rodoviária Federal, Policía Militar nas cidades próximas às fronteiras e da Policia Civil, nem que tenham que " penetrar " estas organizações. A ação tem que começar já ! A copa do mundo em 2014 também faz parte do Rio de Janeiro ! JULIO FILHO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

RIO EM " CHAMAS "


 A falta de postura politica deixa as pessoas do Rio de Janeiro em situação constrangedora diante do país e do mundo. Os últimos incidentes ocorridos em virtude do tráfico de drogas é reflexo do não entendimento das autoridades civis, politicas e da mídia. Esses são obstáculos que devem ser enfrentados com a união da sociedade e das autoridades. A Intervenção das Forças Armadas há alguns anos atrás teria sido eficaz contra a atual tragédia se ela não tivesse saido das favelas na época. Imaginamos esse incidente ocorrendo às vesperas da escolha da Cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olimpicos; teria sido um desastre para o Brasil e para a Cidade se isso tivesse acontecido. A verdade, partindo de um ponto de vista, é que se as Forças Armadas não invadirem as favelas do Rio até as Olimpiadas ali não só será celeiro do trafico como também de terroristas. Vale lembrar também as possibilidades de atraso nas obras não por falta de verbas e sim por falta de segurança. É uma " pena "que usam a Democracia para justificar as irresponsabilidades de algumas pessoas. A única forma de educar esses " cidadãos" é punindo de forma eficaz, ou seja, prisão e educação interna rigorosa. As Forças Armadas deve ser mais um atleta olimpico do Rio de janeiro, a sociedade deve aceitar elas como uma fonte de proteção e progresso. 
Julio Filho

terça-feira, 6 de outubro de 2009

FISIOCRACIA


François Quesnay, fundador da fisiocracia
A fisiocracia, considerada a primeira escola da economia científica, antes até mesmo da teoria clássica de Adam Smith, é uma teoria econômica que surgiu para se opor ao mercantilismo, se apresentando como fruto de uma reação iluminista. Em síntese, a fisiocracia se baseia na afirmação de que toda a riqueza era proveniente da terra, da agricultura. O idealizador da teoria foi François Quesnay, médico da corte do rei francês Luís XV. Em seu livro “Tableau Economique”, escrito em 1758, Quesnay afirmava que era inútil tentar alterar a ordem natural da sociedade através de leis e regulamentos governamentais, confirmando assim, uma característica de sua teoria: o estado do laissez faire, ou seja, a não-intervenção do Estado no sistema econômico. Para os fisiocratas, a agricultura era o verdadeiro e único modo de gerar riquezas pelo fato de que a mesma proporciona grandes lucros e exige poucos investimentos, por isso deveria ser valorizada, contrariando assim, o pensamento mercantilista da acumulação de metais. Segundo a teoria, como a agricultura era a única fonte de riquezas, deveria haver um único imposto, pago pelos proprietários de terra, livrando o restante da sociedade de grandes quantidades de tributos. Em 1774, o ministro das finanças Anne Robert Jacques Turgot tentou introduzir a teoria dos fisiocratas na economia da França, no entanto, devido aos protestos dos proprietários de terras, a tentativa foi um fracasso. Embora a teoria da fisiocracia tenha uma série de limitações, foi de grande importância para a economia científica, visto que foi tomada como ponto de partida para a criação da teoria clássica de Adam Smith. Economia - Brasil Escola. JULIO FILHO

HISTÓRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL


Do monopólio varguista à construção da P-50: momentos da exploração petrolífera no Brasil. Quando falamos sobre o petróleo, muitas pessoas têm a errônea impressão de que essa substância somente apareceu na história com o advento da Revolução Industrial. Contudo, desde a Antiguidade, temos relatos que nos contam sobre a existência desse material em algumas civilizações. Os egípcios utilizavam esse material para embalsamar os seus mortos, já entre os povos pré-colombianos esse mesmo produto era pioneiramente empregado na pavimentação de estradas. No Brasil, a existência do petróleo já era computada durante os tempos do regime imperial. Nessa época, o Marquês de Olinda cedeu o direito a José Barros de Pimentel de realizar a extração de betume nas margens do rio Marau, na Bahia. Até as primeiras décadas do século XX, alguns estudiosos e exploradores anônimos tentaram perfurar alguns poços de petróleo sem obter êxito. Contudo, em 1930, o engenheiro agrônomo Manoel Inácio de Basto mudou essa situação. Com base no relato de populares, ele teve a informação de que os moradores de Lobato, bairro suburbano de Salvador, utilizavam uma “lama preta” como combustível de suas lamparinas. Instigado por tal notícia, realizou testes e experimentos que atestavam a existência de petróleo nessa localidade. Contudo, não possuía contatos influentes que poderiam investir em sua descoberta. Persistente, em 1932 conseguiu entregar ao presidente Getúlio Vargas um laudo técnico que atestava o seu achado. Nessa mesma década, a descoberta de importante riqueza foi cercada por uma série de medidas institucionais do governo brasileiro. Em 1938, a discussão sobre o uso e a exploração dos recursos do subsolo brasileiro viabilizou a criação do CNP - Conselho Nacional do Petróleo. Em suas primeiras ações, o conselho determinou várias diretrizes com respeito ao petróleo e determinou que as jazidas pertencessem à União. No ano seguinte, o primeiro poço de petróleo foi encontrado no bairro de Lobato. Logo em seguida, novas prospecções governamentais saíram em busca de outros campos de petróleo ao longo do território brasileiro. No ano de 1941, o governo brasileiro anunciou o estabelecimento do campo de exploração petrolífera de Candeias, Bahia. Apesar das descobertas em pequena escala, o surgimento dessa nova riqueza incentivou, em 1953, a oficialização do monopólio estatal sobre a atividade petrolífera e a criação da empresa estatal “Petróleo Brasileiro S.A.”, mais conhecida como Petrobrás. Na década de 1960, novas medidas ampliaram o grau de atuação da Petrobrás na economia brasileira. No ano de 1968, a empresa passou a desenvolver um projeto de extração iniciando a exploração de petróleo em águas profundas. Após as primeiras descobertas na cidade sergipana de Guaricema, outras prospecções ampliaram significativamente a produção petrolífera brasileira. Em 1974, ocorreu a descoberta de poços na Bacia de Campos, a maior reserva de petróleo do país. Com o passar do tempo, o Brasil se tornou uma das únicas nações a dominar a tecnologia de exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Em 1997, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, uma lei aprovou a extinção do monopólio estatal sobre a exploração petrolífera e permitiu que empresas do setor privado também pudessem competir na atividade. Tal medida visava ampliar as possibilidades de uso dessa riqueza. Em 2003, a descoberta de outras bacias estabeleceu um novo período da atividade petrolífera no Brasil. A capacidade de produção de petróleo passou a suprir mais de 90% da demanda por esta fonte de energia e seus derivados no país. Em 2006, esse volume de produção atingiu patamares ainda mais elevados e conseguiu superar, pela primeira vez, o valor da demanda total da nossa economia. A conquista da autossuficiência permitiu o desenvolvimento da economia e o aumento das vagas desemprego. No ano de 2007, o governo brasileiro anunciou a descoberta de um novo campo de exploração petrolífera na chamada camada pré-sal. Essas reservas de petróleo são encontradas a sete mil metros de profundidade e apresentam imensos poços de petróleo em excelente estado de conservação. Se as estimativas estiverem corretas, essa nova frente de exploração será capaz de dobrar o volume de produção de óleo e gás combustível do Brasil. A descoberta do pré-sal ainda instiga várias indagações que somente serão respondidas na medida em que esse novo campo de exploração for devidamente conhecido. Até lá, espera-se que o governo brasileiro tenha condições de traçar as políticas que definam a exploração dessa nova fonte de energia. Enquanto isso, são várias as especulações sobre como a exploração da camada pré-sal poderá modificar a economia e a sociedade brasileira. Por Rainer Sousa Graduado em História Equipe Brasil Escola Geografia Humana do Brasil - Geografia do Brasil. Geografia - Brasil Escola. JULIO FILHO 

PRÉ-SAL


Localização da camada Pré-sal

Pré-sal é o nome dado às reservas de hidrocarbonetos em rochas calcárias que se localizam abaixo de camadas de sal. É o óleo (petróleo) descoberto em camadas de 5 a 7 mil metros de profundidade abaixo do nível do mar. É uma camada de aproximadamente 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura, que vai do litoral de Santa Catarina ao do Espírito Santo. A discussão sobre a existência de uma reserva petrolífera na camada pré-sal ocorre desde a década de 1970, quando geólogos da Petrobras acreditavam nesse fato, porém, não possuíam tecnologia suficiente para a realização de pesquisas mais avançadas. Para extrair o óleo e o gás da camada pré-sal, será necessário ultrapassar uma lâmina d’água de mais de 2.000m, uma camada de 1.000m de sedimentos e outra de aproximadamente 2.000m de sal. É um processo complexo e que demanda tempo e dinheiro. O petróleo encontrado nesta área engloba três bacias sedimentares (Santos, Campos e Espírito Santo), a capacidade estimulada da reserva pode proporcionar ao Brasil a condição de exportador de petróleo. Confirmada a hipótese, o governo brasileiro analisará a possibilidade de solicitar a adesão do país à OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Vários campos e poços de petróleo e gás natural já foram descobertos na camada pré-sal, entre eles estão o Tupi, Guará, Bem te vi, Carioca, Júpiter e Iara. Tupi é o principal campo de petróleo descoberto, tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos. De acordo com a atual Lei do Petróleo, as áreas de exploração serão leiloadas entre diversas empresas nacionais e estrangeiras. As que derem o maior lance poderão procurar óleo por tempo determinado. Conforme Haroldo Borges Rodrigues Lima, diretor  geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), as descobertas do pré-sal irão triplicar as reservas de petróleo e gás natural do Brasil, a estimativa é que a produção alcance a marca de 50 bilhões de barris. Segundo a Petrobras, a produção teste será iniciada em 2009, no campo de Tupi. O início da produção em larga escala está previsto para 2013 ou 2014. Por Wagner de Cerqueira e Francisco Graduado em Geografia Equipe Brasil Escola.
JULIO FILHO